sexta-feira, 20 de outubro de 2017

APAE Manaus recebe doação de horta da Câmara Nipo Brasileira do Amazonas

A Câmara Nipo Brasileira do  Amazonas entregou sexta-feira, 20, uma horta orgânica, criada especialmente para a Associação dos Pais e Amigos do Excepcionais de Manaus (APAE-Manaus). O evento foi  na APAE   com a participação  do presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, e do Vice-Presidente Whirlpool Latin America, Armando do Valle.

Segundo o vice-presidente da Câmara Nipo, Iuquio Ashibe, as verduras e legumes que serão plantados na horta servirão  para consumo dos internos da Apae. “Desde 1999 temos uma parceria com a APAE Manaus e neste ano nossa contribuição será essa com essa horta”, explicou Ashibe.

De acordo com Iuquio Ashibe, a Câmara Nipo é quem ficará responsável pela cuidados e capacitará pessoas indicadas pela APAE para que, no futuro, eles possam assumir a responsabilidade de manter a horta.

“É uma horta bem diversificada com couve, cebolinha, pepino, chicória, alface, tomate...garantindo assim uma alimentação rica em nutrientes”, enfatizou o vice presidente da Câmara Nipo.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Hélio Fernandes tem a energia de Deus

Hélio Fernandes tem a energia de Deus.  A têmpera dos fortes. O vigor e a coragem dos verdadeiros guerreiros. Não se abate diante dos obstáculos. Completando 97 anos de idade, Hélio continua escrevendo diariamente textos contundentes, claro, precisos, verdadeiros e marcantes. Covardões patrulheiros e patrulhados omitem o aniversário de Hélio Fernandes.  Decano altaneiro da legítima imprensa. Quando toda a corja de pulhas ainda estava nos  cueiros, Hélio já lutava pelo Brasil. Contra opressores, contra falsos patriotas, contra venais que continuam sem honrar as calças que vestem. Vermes sem cérebros engravatados. Tenho fé em Deus que Hélio Fernandes  continuará vencendo a corja de fariseus e canalhas. Abraço forte, saúde e beijos para Hélio. 
Foto: Cláudia Martini


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Collor exige senado forte e soberano

Esclareço ao analista José Casado (O Globo-10/10) que não é do feitio do senador Fernando Collor agir com ressentimento. O ex-presidente raciona com a própria cabeça e anda com as próprias  pernas. Collor não é dissimulado. Defende a constituição e um senado forte e soberano. Não faz parte de nenhum grupo de senadores que ameaça o STF através do presidente da Câmara Alta, Eunício Oliveira. 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Brasil firme em direção ao hexa

Marco Polo Del Nero é pé-quente e pragmático.  Tirou Dunga porque a seleção não estava bem. Corria o risco de não ir, pela primeira  vez, para uma copa do mundo.Batia na porta uma tragédia esportiva desanimadora e lamentável  para o Brasil penta campeão do mundo. Marco Polo chamou Tite . O carismático treinador  deu novo ânimo e cara para a seleção. As vitórias chegaram e o torcedor voltou a vibrar e acreditar na seleção. o Brasil  foi a primeiro a se classificar para a copa.  A seleção também é vitoriosa no quesito gestão.  A CBF  trabalha unida e vigorosa para que nada falte a Tite, atletas e comissão técnica.Patrocinadores acreditam na escalada da seleção em busca do hexa.  Rebotalhos  perdem tempo estrebuchando e sangrando ódio pelos olhos. Desconhecem, por rigorosa má-fé e incompetência que nada é mais grandioso em busca de um objetivo, do que o trabalho isento e eficiente. 

Indicadores do PIM apontam retomada de empregos

Os Indicadores de Desempenho do Polo Industrial de Manaus (PIM), divulgados pela SUFRAMA, apontam retomada de empregos na indústria incentivada da capital amazonense. Os números mais recentes, referentes ao mês de agosto, apontam, no acumulado do ano, 18.225 contratações contra 17.450 demissões, o que significa um saldo positivo de 775 vagas. A média de pessoas empregadas no PIM em 2017 está em 84.902 pessoas. No período de janeiro a agosto do ano passado, era de 84.682. Ainda que de forma tímida, o acumulado nos oito primeiros meses deste ano representa 0,25% mais empregos que o mesmo período de 2016.

Faturamento

As empresas do PIM faturaram R$ 50,8 bilhões entre janeiro e agosto deste ano. Este número representa um crescimento de 6,90% em relação ao mesmo período do ano passado. Analisando o faturamento em dólar, o crescimento relativo é ainda maior, em função da desvalorização da moeda americana frente à moeda nacional no período: 18,39% (saindo de US$ 13.6 bi para US$ 16 bi).

Com exceção do mês de junho, todos os meses deste ano vêm apresentando melhor desempenho de faturamento em relação ao ano passado. Levando em conta apenas o mês de agosto, o faturamento, em Real, saltou de R$ 6,9 bilhões para R$ 7,2 bilhões (crescimento de 4,56%).
Do total faturado nas indústrias do PIM, 28,88% diz respeito ao setor Eletroeletrônico que, sozinho, já faturou R$ 14,6 bilhões este ano, sem levar em conta os Bens de Informática. Somados, Eletroeletrônico e Bens de Informática representam quase metade do faturamento de todo o Polo Industrial de Manaus, com R$ 25 bilhões acumulados de janeiro a agosto. O setor de Duas Rodas representa 13,80% do total faturado, não apresentando evolução em relação a 2016, mas mantendo a média de faturamento, apesar da queda de 9,32 % no total de motocicletas produzidas.
Em relação aos produtos, o maior crescimento registrado vem dos Home-Theaters, que saltaram de 29.796 unidades produzidas em agosto de 2016 para 65.734 unidades em agosto deste ano: crescimento de 120,61%. Aparelhos de GPS, monitores de LCD e aparelhos telefônicos também apresentaram mais de 100% de crescimento no período. As maiores quedas registradas foram em videogames, câmeras fotográficas digitais e condicionadores de ar do tipo janela (embora os aparelhoAnálise

Para o superintendente da SUFRAMA, Appio Tolentino, a retomada da geração de postos de trabalho, aliada ao desempenho crescente do PIM em diversos segmentos industriais, tem possibilitado projeções cada vez mais otimistas para o restante do ano. "A SUFRAMA busca fomentar um ambiente de negócios propício ao crescimento econômico e à geração de emprego e renda na região. O PIM é nossa principal ferramenta nesse aspecto e é muito importante verificar estatísticas positivas como essas. Também iremos trabalhar cada vez mais intensamente na atração de investimentos, para que novos empreendimentos cheguem à região e esses números só venham a crescer ainda mais nos próximos anos", disse Tolentino. Os splits tenham tido crescimento de 53,67%).

Análise

Para o superintendente da SUFRAMA, Appio Tolentino, a retomada da geração de postos de trabalho, aliada ao desempenho crescente do PIM em diversos segmentos industriais, tem possibilitado projeções cada vez mais otimistas para o restante do ano. "A SUFRAMA busca fomentar um ambiente de negócios propício ao crescimento econômico e à geração de emprego e renda na região. O PIM é nossa principal ferramenta nesse aspecto e é muito importante verificar estatísticas positivas como essas. Também iremos trabalhar cada vez mais intensamente na atração de investimentos, para que novos empreendimentos cheguem à região e esses números só venham a crescer ainda mais nos próximos anos", disse Tolentino.







quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Casagrande ameaçado por criticar jogadores que elogiaram Bolsonaro - 11/10

Ancelmo,

Quem é Casagrande para patrulhar os outros?

"tempos de intolerância" de quem, Ancelmo??!!

Com que autoridade Casagrande se fantasia de 

moralista? 

porque é da tv-Globo??!

porque escreveram um livreco sobre ele?

Ganhou alguma copa do mundo??

Já que insiste em exibir qualidades que não tem,

deveria  deixar de conversa fiada e se candidatar

nas eleições de 2018. 

Não se julga duro , machão e sabidão?

Caso contrário, que permaneça hipócrita e

saiba  que quem diz o que não deve, ouve o que

não quer.

Ou deixe de ser paladino de araque

e aguente o tranco 

pois o jogo é duro. 


 LIMONGI

brasilia-df

Kfoury e Tostão, paladinos de meia pataca

Fracassado como jornalista e escritor, o folclórico Juca Kfoury em seus enfadonhos,  fedorentos e desacreditados  rabiscos, enfatiza   que é  idiota, embusteiro, torpe, venal, rancoroso, recalcado, pretensioso, arrogante, abjeto, repugnante, rebuscado, cretino, asqueroso, cínico, destrambelhado, leviano, dissimulado, mentiroso, calhorda, inexpressivo, obscuro,  sacripanta, beócio e parlapatão. Sempre movido com inconfundível  "estilo gilette, ou seja, corta  dos dois lados", na definição irretocável do deputado federal e ex-presidente do Corinthians, Andreas Sanches.  Kfoury engana a boa fé dos trouxas. Entre eles, Tostão. Outra vestal grávida e gênio da lâmpada estragada. Se julga o maior analista de futebol do planeta. Coitado. Sem noção. Tostão é apenas mais  expoente do timeco  dos falsos isentos e paladinos de meia pataca. 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Nosso povo é ingrato - Carlos Brickmann


Desculpe, mas é preciso registrar que nossos concidadãos só reclamam, e quando suas reclamações são atendidas reclamam do mesmo jeito.
Carlos Arthur Nuzman, supremo cacique olímpico e chefão do vôlei, foi preso há dias. E está todo mundo indignado com ele. Lembremos: durante 50 anos, o país só viu o ouro olímpico em 1920 (Guilherme Paraense, tiro). 1952 e 1956 (Adhemar Ferreira da Silva, salto triplo). Não ganhávamos ouro olímpico nem no futebol. Enquanto isso, americanos, russos, cubanos, alemães orientais e chineses se entupiam de medalhas de ouro. Com a prisão de Nuzman, descobrimos que em seu poder tinha 16 barras de ouro. Mais ouro que todas as medalhas de todos os gringos, em todos esses anos, somadas. Agora reclamam dele por realizar nossos sonhos de medalhas!
E Geddel, então? Geddel, mais que uma pessoa, é legião; aqui o citamos como símbolo de tantos colegas que, como ele, se dedicam ao bem. E essa nobre atividade é desempenhada com tanto desvelo que, em poucos anos de carreira, os mais competentes entre eles já acumularam bens de sobra. Geddel, nosso exemplo, tinha R$ 51 milhões em casa.
Temos ainda o túnel construído para roubar R$ 1 bilhão do banco. Nós nos queixamos de obras superfaturadas e malfeitas. Este túnel foi bem feito em três meses, é sólido, custou R$ 4 milhões. Não temos do que reclamar: apenas reconhecer que os bandidos dos outros são melhores que os nossos.
Sem fantasia
Devido à prisão de Nuzman, acusado de pingar pixulecos para trazer ao Brasil os Jogos de 2016, o Comitê Olímpico Internacional suspendeu o Comitê Olímpico Brasileiro. Indignação por essa coisa tão feia, suborno!
Mas, desde que se concluiu que a Olimpíada é um grande evento turístico-econômico, Governos dos mais diversos países entraram na disputa para atraí-la. Devemos acreditar que, apesar dos abundantíssimos interesses comerciais em jogo, jamais algum Governo acenou com um “por fora” a dirigentes olímpicos que o apoiassem? Serão os dirigentes da Olimpíada tão fiéis ao amadorismo no esporte que não queiram, para usar o termo da moda, “monetizar” seu voto e influência? Devemos? Então, tá.
Vem que eu te quero tolo
As primeiras investigações indicam que Nuzman duplicou seus bens nos dois anos anteriores aos Jogos. Deve ter feito excelentes negócios, que lhe deram muito dinheiro, mais algum para gringos que poderiam ser úteis ao país. Ou isso, ou recebeu o dinheirão da turma lá de cima, separou uma boa parte para sim (quem parte e reparte sempre fica com a melhor parte) e deu o restante a gulosos futuros aliados internacionais. Fica faltando identificar a turma lá de cima. É só procurar nos jornais da época quem é que estava mais feliz com a vitória politica que era trazer ao Brasil a Olimpíada. Este colunista não vai pesquisar, não: já está cansado de ouvir o “é górpi!”
Vem prender-te em meus braços
Pegar aquele túnel tão bem feito no momento em que já estava debaixo do cofre do banco foi uma bela vitória. Só resta uma dúvida: por que não esperar os bandidos começarem a parte final do trabalho, o corte do cofre, para prender todos juntos? Há várias hipóteses: ou os bandidos detectaram a movimentação da policia e caíram fora ou, pior, tinham informantes bem situados que lhes contaram que a Polícia já havia descoberto tudo.
O erro dos afobados
O deputado Ricardo Tripoli, líder do PSDB na Câmara Federal, acha que o governador Geraldo Alckmin erra ao aproximar-se do presidente Michel Temer. Alckmin, possível candidato do PSDB à Presidência, quer minar as resistências do PMDB, o partido de Temer, a apoiar um candidato tucano. Tripoli acha que o Governo Temer já está com a popularidade perto de zero e, no ano que vem, terá virado pó. E seu apoio, em vez de ajudar o candidato tucano, irá é prejudicá-lo. Tripoli é um bom deputado, correto, estudioso, mas está se deixando levar por pesquisas fora de hora.
Número é número
Neste 6 de outubro, foram divulgados os números da inflação. A alta em setembro foi de 0,16% - um número baixíssimo, a ser festejado até na Suíça ou Alemanha. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, a inflação foi de 1,78%. Fazendo-se a conta de 12 meses, de outubro de 2016 ao final de setembro de 2017, a alta de preços atinge 2,54%. A meta de inflação definida pelo Banco Central é de 4,5% ao ano, e Dilma jamais conseguiu mantê-la nesse nível. No momento, o Brasil discute ladroeira, está em crise política, Michel Temer sofre com processos. Na hora em que o país descobrir que o dinheiro está mantendo o valor, o apoio oficial volta a ser bom. Claro que Meirelles pode sair candidato, capitalizando o fato de ter comandado o time que segurou os preços, mas é sempre melhor estar do lado da inflação baixa, e não da desvalorização do dinheiro do eleitor.
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Comitiva da Suécia recebe informações sobre o modelo ZFM

O funcionamento do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) foi tema da reunião na Suframa  entre técnicos da autarquia e uma comitiva sueca liderada pelo conselheiro técnico-científico da embaixada da Suécia no Brasil, Mikael Román, com a participação ainda de professores das universidades Nilton Lins, Unicamp e do ABC paulista. O evento faz parte da programação do Workshop Brasil-Suécia sobre digitalização da Amazônia. 

De acordo com o conselheiro da Suécia, o interesse da missão é levantar potencialidades na área de satélites, tecnologia de sistemas autônomos e drones, entre outros. “Essa viagem faz parte da sexta semana de Inovação Suécia-Brasil. Estamos com essa comitiva descobrindo novas regiões e aprofundando cada vez mais a dinâmica deste projeto para que chegue na sua capilaridade”, afirmou o conselheiro.

A comitiva foi recebida pelos técnicos da Coordenação Geral de Estudos Econômicos e Empresariais da SUFRAMA, Jessé Rodrigues e Dave Silva, que apresentaram um histórico do modelo Zona Franca de Manaus e as vantagens comparativas de investimentos na região. “A SUFRAMA trabalha com a missão de promover o desenvolvimento regional executando uma política pública do governo federal brasileiro baseada no uso de tributos para fomentar o desenvolvimento regional por meio da industrialização”, afirmou Jessé Rodrigues. 

Outros assuntos levantados durante a reunião foram os recursos de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), oriundos da Lei de Informática, que têm como programas prioritários no Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (CAPDA) a Economia Digital, a Biotecnologia e a Formação de Recursos Humanos. A Zona Franca Verde (ZFV), que incentiva a criação de indústrias nas Áreas de Livre Comércio (ALCs) a partir de produtos com preponderância da matéria-prima regional, também foi discutida como proposta recente de desenvolvimento industrial nas demais áreas de abrangência da SUFRAMA.

Covardia com anjos de Janaúba

Irretocável,  pungente, doloroso,  dramático e dilacerante o belo artigo de Cida Barbosa ("Um mundo maligno"- Correio Braziliense -9/10). O início é revelador e avassalador. Verdade que dói no coração. Permanente pesadelo dos que amam seus filhos e lutam para preservá-los:  "Estamos num mundo covarde, bárbaro, repulsivo, infame". Crianças merecem homenagens no dia 12. Mais amor do que nunca. Porém, que  os adultos não esqueçam também de saudar e orar pelas crianças vitimadas em Janaúba, agora brincando e cantando no céu.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Aniversário da Constituição - Justiça a quem merece

Amigo Gilberto,

Salve Bernardo Cabral!  Como relator-geral da

constituinte, o isento, bravo e competente

Bernardo Cabral precisa, ontem, hoje e sempre, 

ser reverenciado pelos brasileiros.  
  
Cretinice total só exaltar Ulisses  Guimarães, 

que, na verdade, durante os árduos e difíceis trabalhos

da constuinte fez três  coisas com esmero: deu 

entrevistas, tomou poir e levantou a nova Carta 

Magna.   

Palavras justas e aplausos, também, para os 

briosos relatores-adjuntos: José Fogaça, Nelson 

Jobim, Antônio Carlos Konder Reis e Adolfo de

Oliveira, já no céu. 

Também lembro que Bernardo venceu a disputa 

pela relatoria-geral, com FHC e Pimenta da Veiga,

em votação direta dos deputados. 

Caboclo bom, o Bernardo!


abs,


Limongi

domingo, 8 de outubro de 2017

Sábio FHC

É bom demais, abrir a janela, ver o sol radiante dando bom dia, fazer a barba, tomar banho e tomar café, lendo mais um artigo magistral do inatacável FHC. Exortando novos rumos para o Brasil. O ex-presidente é supimpa. Pedra noventa(ou seria cem?) FHC ilumina os espíritos   com sua incrível sapiência. Se FHC não existisse,estaríamos perdidos.  Não  sei o que seria de nossas existências. Há tempos faço economias para ir ao Vaticano assistir e aplaudir a canonização do beato FHC. 

Seleção estruturada e classificada

O torcedor brasileiro respira aliviado. Assiste de camarote o sufoco e o drama de seleções importantes correndo o risco de ficar fora da copa da Rússia. A seleção brasileira pulou a fogueira cedo. Com futebol bem jogado, se impondo em campo.Classificou-se com méritos.  Deixou a tensão e a aflição com os adversários.  Fora das quatro linhas, um componente valioso para o sucesso da seleção brasileira. A  competente e  indispensável gestão e  estrutura  da CBF. A vitória final virá com a conquista do hexa. 

Doria chama Goldman de fracassado

João Doria chama Alberto Goldman de fracassado
e Goldman devolve chamando-o de velhaco. 
Como eu venho dizendo, falta pouco para a corja
tucana sair no tapa. 
 
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos - SP

sábado, 7 de outubro de 2017

Liberdade de expressão não é para ordinários e irresponsáveis

Perto de completar 73 anos, deploro, energicamente, a censura,  intimidação , ameaças e patrulhamento. A liberdade de expressão é saudável, estimulante e permanente. Conquista democrática das nações civilizadas. Mas não pode nem deve ser instrumento para patifes e ordinários que lamentavelmente tomaram conta da  internet e das redes sociais. Camarilha de venais, covardes e hipócritas que xingam, insultam, inventam intrigas, vociferam ódio, recalque, rancor e acusam  sem provas.  Sem ao menos ter a coragem de assinar o próprio  nome. As redes sociais tornaram-se o paraiso dos canalhas. Triste constatação.  Temer obrou bem, vetando a censura online voltada para as eleições de 2018. Resta saber quem e como se colocará freios e bom senso nos marginais e irresponsáveis travestidos de isentos.

Tite é injusto com Ganso

É patética e estranha, se não fosse trágica a omissão e o desprezo de Tite e auxiliares, ex-jogadores  Edu  e Silvinho, com o jogador  Paulo Henrique Ganso. É deplorável que Tite insista em convocar jogadores rigorosamente comuns e não dar uma chance ao talentoso e cerebral Ganso. Não me venham com a ladainha surrada segundo a qual Ganso não tem jogado. Seria enfadonho citar  quantos jogadores já mereceram chances na seleção, antes, com Dunga e, agora, com Tite, embora estivessem na reserva de seus times. O pior e mais grave: alguns deles nem entram em campo ou jogam apenas alguns míseros  minutos.  A bola pune, lembra o atilado Muricy Ramalho. O que mais entristece e irrita é o absoluto desespeito com um atleta exemplar, educado, cumpridor de seus deveres e que joga muita bola. Pelo amor de Deus, acorda, Tite. Custa dar uma chance ao Ganso? O piohr é que Tite diz que admira o futebol vistoso e inteligente de Ganso. Deve ser conversa fiada, lorota de treinador que já está se achando o maioral. E não é. Caso contrário convocaria o rapaz. Lamentável. 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Má-fé com Collor

Na matéria com Celso Lafer (Folha de São Paulo - 2/10) o jornal omite, por má-fé ou desconhecimento, que a vitoriosa e inédita iniciativa Rio-92, foi do governo Fernando Collor e não da gestão Itamar Franco, como foi dito. Lamentável.

Amazonino não pode nem deve abrir mão de Robério Braga

Conheço a  têmpera de lutas, firmeza de atitudes e senso de justiça  de Amazonino Mendes. Convivemos juntos momentos difíceis. Sei do respeito e apreço que Amazonino tem pelos servidores competentes.  Pelo esmero e eficiência que dedicam em suas atividades . Cobra e exige dos auxiliares. Nessa linha, seguramente o governador não abrirá mão do trabalho qualificado e valoroso do secretário de Cultura, Robério Braga. Craque no que faz. A gestão de Robério engrandece o Amazonas aos olhos do Brasil e do mundo.

Collor defende a independência da instituição Senado Federal

Com o habitual vigor e firmeza, o senador Fernando Collor deu amplo aparte ao discurso do senador Romero Jucá, repudiando e lamentando que o Senado Federal se acovarde diante da decisão do STF que puniu o senador Aécio Neves com prisão domiciliar. A seu ver," o senado começou a se despir de suas prerrogativas constitucionais" durante o episódio envolvendo o senador Delcídio do Amaral. A seguir, a íntegra das palavras, duras, verdadeiras, oportunas e necessárias do senador Fernando Collor em defesa da  instituição  Senado Federal e dos senadores:

O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) – Mas o que me preocupa agora é o ato de hoje. É o ato de hoje: se nós vamos aguardar o Supremo dizer se um Senador pode se recolher à noite, se sábado e domingo pode sair para passear com a babá, se pode exercer o seu mandato, ou se alguém zangado num dia pode dizer dois desaforos e afastar um Senador da República. É simples assim. É simples assim.
O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco Moderador/PTC - AL) – Senador Jucá.
O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) – Senador Collor.
O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco Moderador/PTC - AL) – V. Exª me concede um aparte?
O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) – Pois não, Senador Collor.
O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco Moderador/PTC - AL) – Senador Romero Jucá, em primeiro lugar...
O SR. PRESIDENTE (Paulo Paim. Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) – Senador Collor, só para esclarecer ao Plenário...
O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco Moderador/PTC - AL) – Pois não.
O SR. PRESIDENTE (Paulo Paim. Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) – ... que neste período não se permite aparte, mas é um assunto tão sério, que eu já dei para ele em torno de 25 minutos e vou assegurar os apartes quando for necessário.
O Sr. Fernando Collor (Bloco Moderador/PTC - AL) – Muito obrigado a V. Exª, Presidente Paulo Paim. Senador Romero Jucá, em primeiro lugar, gostaria de reverenciar a coragem de V. Exª, ultrapassando todas as questões de ordem física por que V. Exª vem passando, que lhe faz sentir dores além daquelas dores que lhe são impingidas pelas inúmeras injustiças que vêm sendo cometidas em relação a V. Exª, mas também as dores físicas de que V. Exª padece neste momento. E V. Exª vem para uma sessão que, concordo com o que disse, é uma sessão histórica. É uma sessão histórica. O Senado da República começou a se despir das suas prerrogativas quando, no julgamento da questão do Senador Delcídio do Amaral, preso de forma arbitrária e absolutamente em conflito com o que está dito na nossa Constituição, este Senado da República votou pela continuidade da prisão do Senador Delcídio do Amaral e se acovardou, se amofinou. Do mesmo jeito agora, passando por cima de texto constitucional, fico pasmo com os meandros por onde percorrem certos juristas para justificar a legalidade da medida imposta a um Senador desta Casa. A explicação é uma só e não cabe interpretação. Ela está clara, límpida, cristalina, no texto da nossa Carta Maior. Foi votado aqui, na última quarta ou quinta-feira, um pedido de urgência para esta matéria. E vem aquele tal do jeitinho falando em crise institucional. Desde 2012, venho falando, nesta Casa, do esfacelamento institucional. Já naquela época, eu previa que chegaríamos a um ponto como este, pelo rumo que as coisas estavam tomando, pelo empoderamento de outros Poderes em detrimento do enfraquecimento do Poder Legislativo. Se há poder legitimado neste País é o Poder Legislativo. Todos que aqui estamos, nesta e na outra Casa, sentamo-nos nestas cadeiras carregando os votos do povo que para aqui nos conduziram. Se a legitimidade numa democracia é dada pelo voto, nenhum Poder é mais legítimo do que o Legislativo. E é esse Legislativo que vem sendo achincalhado, que vem sendo criminalizado. E essa ideia vem sendo vendida com sucesso à opinião pública, quando a opinião pública precisa entender que, hoje ou em qualquer momento, um regime democrático, nós só o temos em pleno funcionamento com um Congresso Nacional eleito regularmente e funcionando. É preciso que este Congresso seja entendido como a Casa de pessoas que têm defeitos, mas que têm qualidades, que têm espírito público, que têm o desejo de ver um Brasil melhor, que têm o desejo de ver as nossas instituições fortalecidas, não uns Poderes, melhor dizendo, em detrimento de outros, mas todos igualmente, harmonicamente entre si.

Desde 2012 que venho, dessa tribuna em que V. Exª se encontra, acusando aqueles que assumiram a Procuradoria-Geral da República – e dou nome de dois: o Sr. Gurgel, chantagista; e o Sr. Janot, calhorda –, que venho denunciando as falcatruas desses dois sujeitinhos à toa. Entrei com representações contra um e contra o outro aqui, no Senado da República. Infelizmente, o encaminhamento não foi aquele que eu imaginava, que era de exigir deles a resposta às acusações que eu fazia. E eles se calaram. Ao Sr. Janot, o calhorda, durante a sabatina a que se submeteu aqui, no Senado da República, tive a possibilidade de fazer algumas indagações e mostrar a ele provas do que eu estava dizendo, e ele não respondeu objetivamente a nenhuma pergunta. E eu alertei ao Plenário da Comissão de Constituição e Justiça do Senado da República, naquela oportunidade, que não poderíamos trazer de volta esse calhorda à chefia do Ministério Público Federal, à Procuradoria-Geral da República. Infelizmente, ele teve a sua aprovação na CCJ e teve a sua aprovação aqui também, no Senado da República, para fazer o que ele fez. E, aí, estão nos folhetins e nos meios agora surgindo conversas absolutamente escusas de um Procurador-Geral da República dizendo claramente o objetivo que tinha, que coincide com aquilo que V. Exª, há pouco, enunciou da tribuna: vamos destruir o partido A, vamos acabar com o fulano de tal. Nós todos sabemos também como essas delações – chamadas delações premiadas, e como foram premiadas – foram alcançadas, com um novo tipo de tortura, uma tortura diferente daquela da Idade Média, mas tão poderosa quanto em relação aos efeitos que ela causa na pessoa que sofre o tipo da tortura da intimidação, da pressão em relação aos seus familiares, das oportunidades que se dão àqueles que delatam, de acordo com o script previamente preparado pelo Procurador-Geral da República das benesses a que eles teriam direito, se cumprissem esses crimes. Hoje, Senador Romero Jucá, concordo plenamente com V. Exª: este Senado não pode deixar de dar a sua resposta. Ouvi um ex-Presidente do Supremo Tribunal Federal dizer que, se o Senado votasse essa matéria hoje, seria uma fratura exposta no plano institucional. Veja só: o Senado querendo votar uma matéria para repor as coisas no seu devido lugar, para se fazer respeitar a Constituição, e vem um ex-Presidente do Supremo Tribunal Federal dizer que o Senado não poderá fazer isso, sob pena de causar uma fratura exposta, in verbis, no plano institucional brasileiro. Esfacelamento institucional nós já estamos vivendo desde as priscas eras de 2012 para cá. E, se o Senado, mais uma vez, num momento como este, se agachar, se agachar mais uma vez, se intimidar, correr da raia, fugir da sua responsabilidade, eu acredito, Senador Romero Jucá, que nós, aí, sim, mereceremos o crivo da opinião pública por não cumprirmos com os nossos deveres e com as nossas atribuições. Nós estamos abrindo mão dessas atribuições se não cumprirmos com o nosso dever de, hoje, votarmos a matéria que já está na mesa, com pedido de urgência. Por isso, minha solidariedade a V. Exª e minha total e absoluta concordância com os termos do seu pronunciamento. Obrigado a V. Exª. Obrigado ao Senador Paulo Paim, Presidente desta sessão.

O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) – Muito obrigado, Senador Collor.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O rosnar dos críticos da CBF

Sicofantas da laia de Xico Sá (Redação Sportv) criticaram a CBF por levar os jogadores da seleção de helicóptero para a Granja Comary, em Teresópolis. Ordinários como Xico Sá nunca ergueram um tijolo em benefício do futebol penta campeão do mundo. Rosnam asneiras e recalques pela mídia. Não têm moral nem autoridade para censurar, monitorar nem patrulhar ninguém. Não sabem nada. A   decisão de usar  helicóptero objetivou apenas a segurança, rapidez e tranquilidade dos  atletas, por causa das chuvas que tornam lento e carregado o trânsito das rodovias para a região serrana.